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sábado, 28 de dezembro de 2013

São Gaspar de Búfalo, Presbítero e Fundador dos Missionários do Preciosíssimo Sangue- Apóstolo da Devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus


São Gaspar de Búfalo, presbítero e fundador. 
Gaspar de Búfalo nasceu em Roma no dia 6 de janeiro de 1786. Seus pais — Antonio, chefe de cozinha da família Altiere, e Anunciata Quartieroni — eram excelentes católicos. Como nasceu com a saúde muito delicada, sua mãe obteve que fosse crismado com um ano e meio de idade. O menino esteve várias vezes a ponto de morrer. Anunciata recorreu então a São Francisco Xavier, pedindo-lhe a cura do filho. Tendo sido milagrosamente curado, Gaspar teve até o fim da vida profunda devoção ao Apóstolo da Índia e do Japão, que se tornou o patrono da congregação religiosa que ele fundaria mais tarde.



“Candor de alma, vivacidade de espírito”.
Gaspar demonstrou desde cedo inclinação à virtude e horror ao pecado. “Admirava-se nele o candor de sua alma, a vivacidade de seu espírito, sua amável timidez, seu caráter franco e aberto, sua modéstia, sua amabilidade e sua perfeita obediência a seus pais”. (1) Tinha horror ao pecado, mesmo ao venial, pois julgava acertadamente que, sendo uma ofensa a Deus, mesmo em matéria de menor gravidade não deixava por isso de ser ofensa.
A mãe incutiu-lhe ardente devoção à Santíssima Virgem e a São Luís Gonzaga. O menino costumava reunir a seus amiguinhos em torno de uma imagem da Mãe de Deus, para louvá-la com orações e cânticos. A Ela recorria frequentemente para suplicar que lhe desse controle sobre suas más inclinações, principalmente sua tendência à cólera. Gaspar teve também, desde pequeno, um amor heroico aos pobres e miseráveis.

Mereceu o epíteto de “Pequeno Apóstolo de Roma”
Aos 12 anos Gaspar foi matriculado no Colégio Romano, recebendo a primeira tonsura. Alguns anos depois, também precocemente, receberam as quatro ordens menores.
Foi então encarregado da instrução catequética na igreja de São Marcos. A dedicação e eficiência com que se desempenhou do cargo foi tal, que lhe mereceu o epíteto de o “Pequeno Apóstolo de Roma”. Por isso, ao completar 19 anos, foi nomeado presidente da recém-instituída Escola Catequética de Santa Maria Del Pianto.
Gaspar costumava reunir certo número de jovens para dedicar-se com eles à vida de piedade. Exortava-os sempre a progredir na vida espiritual e no amor à Igreja.
         Em 1807 foi-lhe concedido um canonicato em São Marcos. E no ano seguinte – com dispensa, pois tinha apenas 22 anos de idade – recebeu a ordenação sacerdotal.

Arquiconfraria do Precioso Sangue

         Às noites, por meio de reuniões, Gaspar começou a ocupar-se em São Marcos com os homens da vizinhança, após ter-se dedicado durante o dia às crianças que se preparavam para fazer a Primeira Comunhão. Obtinha esmolas para vestir nesse dia solene as que eram pobres. O tempo que lhe restava empregava-o em pregar nos subúrbios pobres de Roma, incitando todos a uma reforma de vida.

Divulgador da Devoção ao Sangue de Jesus (estátua)

Foi companheiro de Vicente Strambi nas missões, o qual o definia como “terremoto espiritual”. O povo o chamava de “anjo da paz”, devido suas pregações serem pacíficas e caridosas. 
O Papa João XXIII definiu-lhe como: “Glória toda resplandecente do clero romano, verdadeiro e maior apóstolo da devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus no mundo”. Em 1810 uma piedosa religiosa dizia que surgiria um zeloso sacerdote que sacudiria o povo da sua indiferença, mediante a propagação de devoção ao Precioso Sangue.
         Tomou então como diretor espiritual ao Padre Francisco Albertini, pároco de São Nicolau in Cárcere, também na Cidade Eterna, e depois bispo. Profundamente entristecido pelas misérias espirituais e temporais causadas pela nefanda Revolução Francesa, o Padre Albertini reuniu em sociedade todos os que estavam dispostos a meditar frequentemente na Paixão de Cristo oferecendo ao Eterno Padre o Sangue de seu Filho em expiação dos próprios pecados, pela conversão dos pecadores, pelas necessidades da Igreja e pelas almas do Purgatório. São Gaspar assistiu-o nessa iniciativa, nascendo assim a Arquiconfraria do Preciosíssimo Sangue.

“Non posso, non debbo, non voglio”
 No auge de sua ambição, Napoleão Bonaparte fez-se coroar imperador dos franceses em 1804. Muito favorecido pelas armas, tornou-se senhor da Europa, julgando-se acima de tudo e de todos, tanto na ordem temporal quanto na espiritual. Já havia obrigado o Papa Pio VII a estar presente em sua coroação. Mas não o considerava senão um joguete em suas mãos. Por isso, em carta ao Príncipe Eugênio, que como vice-rei governava Milão em seu nome, “o Corso” escreveu em 22 de julho de 1807: “Qualquer Papa que me denunciasse à Cristandade, cessaria de ser Papa aos meus olhos. Eu o olharia como o Anticristo”.
Ele chegou mesmo a escrever ao Papa: “Vossa Santidade é o soberano de Roma, mas eu sou seu Imperador. Portanto, todos os meus inimigos têm que ser os vossos”.
O relacionamento entre o Papa e Napoleão só piorou quando este quis anular seu casamento com Josefina para casar-se com a arquiduquesa Maria Luísa d’Áustria.
Depois de muitos agravos recebidos do tirano – a invasão de Roma, inclusive – Pio VII acabou por excomungá-lo. Na noite de 05 para 06 de julho de 1809, “o Corso”, furioso, mandou aprisionar o Papa e alguns cardeais.
Tendo já anexado ao Império os Estados Pontifícios, Napoleão exigiu do clero desses Estados um juramento de fidelidade. Assim, em 1810, São Gaspar de Búfalo foi intimado a comparecer diante do general Miollis, representante de Napoleão em Roma, para jurar fidelidade ao imperador. O santo respondeu com as palavras que se tornaram célebres: “Non posso, non debbo, non voglio”. O general o ameaçou então com o exílio. Como pai verdadeiramente cristão, Antonio de Búfalo, que estava junto ao filho, respondeu que preferia ver seu filho cortado em pedaços que faltar a seu dever.
Depois de uma segunda recusa, São Gaspar foi encarcerado e levado de prisão em prisão, até a queda de Napoleão em 1814.


Fundação da Congregação do Preciosíssimo Sangue
 Ao retornar a Roma, Gaspar pensou em ingressar na Companhia de Jesus, então restabelecida. Entretanto, Pio VII – que também retornava do exílio –, angustiado pelo calamitoso estado espiritual existente, sobretudo de Roma e dos Estados Pontifícios depois dos anos das guerras e desordens napoleônicas, desejava que neles se realizassem missões. Escolheu então São Gaspar de Búfalo e outros zelosos sacerdotes para essa obra, cedendo-lhes para se reunirem o convento de São Felix, em Giano.
São Gaspar fundou então, no dia 15 de agosto de 1815, uma congregação de sacerdotes seculares para pregar as missões e difundir a devoção ao Preciosíssimo Sangue. Seus membros não fariam os três votos religiosos, mas uma promessa de “não deixar a comunidade sem permissão do superior legal”.
Apóstolo da Devoção ao Sangue de Cristo

Sua fama como pregador difundiu-se por toda a Itália, porque ele tinha um talento prodigioso para expor a palavra divina. O povo o chamava de “o Santo”, “Apóstolo de Roma” e de “Martelo dos carbonários” (a franco-maçonaria italiana). Poucos podiam resistir à força e unção de suas palavras. Só na cidade de Sanseverino, por exemplo, 50 sacerdotes não foram suficientes para ouvirem confissões depois de sua missão.
São Gaspar pregava para todos, não escolhendo lugar nem pessoas. Por exemplo, ele foi até os antros dos famosos “briganti”, escondidos nas montanhas, pregar-lhes a doutrina da salvação. E o que se viu foi uma multidão deles depor suas armas aos pés do santo depois de o ouvirem.
O Papa Leão XII recorreu a Gaspar de Búfalo devido à proliferação do banditismo, o qual, conseguiu amansar os mais temíveis bandidos. Com estas armas da paz e da caridade conseguiu conter os bandidos que proliferavam nas periferias de Roma
Entretanto, esse ato heroico de caridade excitou a ira de alguns oficiais, que lucravam com o banditismo por meio de propinas e conluios. Estes “sem Deus” ousaram denunciá-lo ao Papa Leão XII, que se impressionou com as denúncias. Tanto mais quanto o Pontífice já tinha objeções ao nome da congregação – “Preciosíssimo Sangue” – que julgava uma novidade. São Gaspar de Búfalo foi então intimado a explicar-se em sua presença, enquanto o Padre Betti justificava o nome da congregação com argumentos das Sagradas Escrituras e dos Padres da Igreja. Após ouvi-los, Leão XII exclamou: “De Búfalo é um anjo”. E a Congregação encontrou livre trânsito na Igreja.

Cavaleiros do Preciosíssimo Sangue

É interessante notar que a devoção ao Preciosíssimo Sangue não era inteiramente nova. Havia várias arquiconfrarias a ele dedicadas na Espanha no século XVI; e em 1608 o duque de Mântua, Vicente de Gonzaga, já fundara em seus domínios uma ordem militar do Preciosíssimo Sangue, cujo objetivo era proteger uma sagrada relíquia do Preciosíssimo Sangue.
A aprovação de Leão XII não acalmou os inimigos do santo. A pretexto de promoção, quiseram afastá-lo, enviando-o como internúncio ao Brasil. Mas ele se recusou. Outra tentativa foi feita junto ao Papa Pio VIII em 1830. Este chegou a suspender o santo de suas funções e ameaçou extinguir sua congregação. Mas sua heroica humildade prevaleceu de novo e a suspensão foi levantada.

A congregação começou a florescer com casas em Giano, Albano e, apesar de muitas dificuldades, no Reino de Nápoles; depois, na Alsácia, na Baviera, chegando até a Índia.
Em 1834, junto com a venerável Maria de Mattia, São Gaspar fundou o ramo feminino de sua congregação, as Irmãs da Adoração do Preciosíssimo Sangue.
Finalmente, em 1836, sua saúde sempre frágil começou a declinar a olhos vistos. Mesmo assim ele continuou seu apostolado. Indo a Roma atender às necessidades dos empestados durante a terrível peste que se abateu sobre a Cidade Eterna, foi atacado pela moléstia, falecendo no dia 28 de dezembro de 1837.
Faleceu em Roma a 28 de dezembro de 1837, em um quarto em cima do Teatro Marcelo, São Vicente Palloti, seu contemporâneo, teve a visão de sua alma que subia ao encontro de Cristo, como uma estrela luminosa. A fama de sua santidade não demorou a atingir o mundo todo.
São Gaspar de Búfalo foi beatificado pelo glorioso São Pio X em 1904, e canonizado por Pio XII em 1954. Sua festa é celebrada em 02 de janeiro.



São Gaspar em êxtase: dom da levitação


São Gaspar: grande apóstolo da devoção ao Preciosíssimo Sangue de Cristo. 

Santos Inocentes, Mártires


   Hoje, a Igreja celebra no mundo inteiro a Festa dos Santos Inocentes, mártires. Os "santos inocentes" foram aquelas crianças do sexo masculino, de 0 a 2 anos, que foram assassinadas, sob ordens de Herodes,  em Belém e arredores, na intenção de "entre elas" estar o Messias recém-nascido.  Alguém, talvez, poderia questionar se essas crianças foram realmente mártires, visto que, em tese, "morreram sem saber que estavam morrendo por Cristo". Se formos por esse raciocínio sofismático, incorreremos na mesma desconfiança, pois, o mesmo parece bastante lógico. 
  A palavra "martírio" significa: "testemunho". O mártir, com o derramamento de seu sangue, testemunha sua fé em Cristo. Foi o caso dos santos Estevão, Paulo, Barnabé, Lourenço, Inês, Luzia, Bárbara, Maximiliano Kolbe, João Gabriel Perboyre e milhares de outros que, diante da perseguição e do momento crucial de negar ou dizer "sim" a Cristo, optaram pelo "sim" e foram mortos. 
    Os pequenos inocentes de Belém não sabiam que estavam sendo mortos por causa do ódio ao Cristo... Será? Realmente, as Sagradas Escrituras quase nada falam... Não esqueçamos, porém, de um "pequeno" detalhe: eles verdadeiramente morreram por Cristo! Eles não foram simplesmente assassinados por um rei cruel que "odiava crianças". Não! Eles morreram porque Herodes achava que entre elas poderia estar o Menino de Belém que os santos magos vieram visitar. Os Santos Inocentes morreram por Cristo e no lugar de Cristo. 
   Deus, em sua misericórdia e providência, para consolo nosso e para confirmar a fé da Igreja, concedeu a duas grandes místicas : a beata Ana Catarina Emmerich e a venerável Maria de Ágreda, revelações especiais sobre o episódio do massacre das crianças. Em suas visões foi-lhes revelado que no momento da morte dessas crianças elas receberam de Deus, de forma extraordinária e especial, claro conhecimento de que elas estavam morrendo por Jesus, o Messias prometido. Elas, em sua inocência e bondade, responderam com generoso "sim" e morreram dando sua vida por Cristo de forma livre e decidida, como todos os demais mártires que viriam. 
   Claro que essas revelações não são dogmas de fé, no entanto, não contradizem a fé católica e nem os bons costumes, portanto, a fé nelas, mesmo sendo puramente humana, é plausível e até mesmo provável. Diria, até, que Deus, que tudo faz com perfeição, amor e sabedoria, seria muito injusto se permitisse que essas crianças que estavam morrendo no lugar de seu Filho Jesus morressem "às cegas", isto é, sem terem a menor noção do que estava acontecendo. Acredito sim que Deus tem poder para isso, seria capaz de fazê-lo, e, por ser capaz e amoroso, o fez. 
   Demos graças a Deus por sua bondade e misericórdia. Invoquemos a assistência e intercessão dos Santos Inocentes. Que roguem a Deus por nós e nos alcancem o dom da vida eterna. Amém! 


Iconografia





























sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

São João Evangelista, Apóstolo do Senhor - iconografia.

    

    Hoje a Igreja celebra a Festa do grande Apóstolo e Evangelista São João. 
    João, filho de Zebedeu e irmão do também Apóstolo São Tiago, era pescador, juntamente com São Pedro, no mar da Galiléia. Os Evangelhos colocam São João como um dos discípulos mais próximos do Senhor. Jesus, quando manifestou sua glória na Transfiguração, chamou para testemunharem os Apóstolos Pedro, Tiago e João. 
     Era também conhecido como "o discípulo amado do Senhor". Os Evangelhos não dizem o porquê disso. Podemos deduzir que João era, digamos, o mais "sensível" ao Amor humano e divino do Senhor. Na Santa Ceia, sentou-se ao lado do Mestre, e, naquele momento sensível, no qual o Senhor derramou seu amor pelos discípulos, bem como sua angústia diante da próxima traição de Judas, João reclinou-se por sobre o peito de Jesus, manifestando seu carinho e afeto particulares por Ele. 
   Durante o processo condenatório de Jesus, enquanto ia de tribunal em tribunal, arrastado pelos soldados judeus, era João quem O acompanhava à distância. No calvário, foi o único dos discípulos e Apóstolos que permaneceu ao lado da Mãe de Jesus, Maria Santíssima, consolando-a e confortando-a, bem como contemplando e chorando presencialmente a Paixão e Morte do amado Mestre. Jesus mesmo entregou sua amada Mãe a João para que a tivesse daquele momento em diante como sua Mãe e fosse o seu filho adotivo, assumindo seu cuidado e proteção. 
   No dia da Ressurreição, juntamente com são Pedro, correu para o sepulcro do Senhor e foi o primeiro a contemplá-lo vazio. Foi dele que Jesus profetizou que não morreria mártir como São Pedro, quando este perguntou ao Mestre: "Senhor, e este? Que será dele? Respondeu-lhe Jesus: 'Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha? Segue-me tu'. Correu por isso o boato entre os irmãos de que aquele discípulo não morreria. Mas Jesus não lhe disse: 'Não morrerá', mas: 'Que te importa se quero que ele fique assim até que eu venha'" (Mateus 21, 21b-23)?
   Após o dia de Pentecostes, São João foi morar juntamente com Nossa Senhora em Éfeso, tornando-se o bispo desta famosa e grande cidade grega. 
   São João foi um dos mais importantes escritores sacros, tendo escrito nada mais, nada menos que cinco livros bíblicos: um Evangelho, três Cartas Apostólicas e o Livro do Apocalipse.  
   São João foi o único dos Apóstolos que não morreu mártir. Narram os historiadores da época que ele foi submetido ao martírio no tempo do imperador Domiciano. Foi condenado a ser mergulhado em um grande tacho com óleo fervente. No entanto, ao invés de ser queimado, saiu vivo e, dizem as testemunhas, com a pele "limpa como a de uma criança". Impressionado com o fenômeno, o executor da pena comutou a pena de morte para o exílio. 
    Exilado na ilha de Patmos, teria morrido já bastante ancião, quase centenário, de morte natural. Foi mestre do grande bispo São Policarpo. 
    Coloco abaixo uma pequena amostra de sua iconografia. 




















São João Evangelista dando a Eucaristia para Nossa Senhora.




Estátua de São João Evangelista com vestes sacerdotais. 























Tentativa de martírio de São João Evangelista. 



São João Evangelista e São Francisco de Assis (pintura de El Greco)


















































    São João Evangelista, rogai por nós! 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Santo Estêvão, Diácono e Protomártir do Cristianismo - Iconografia

  
    Falar sobre santo Estêvão, diácono e protomártir, é praticamente desnecessário. Todos nós conhecemos sua história, ricamente detalhada por são Lucas nos Atos dos Apóstolos. No entanto, ofereço aos leitores do blog Santos, Beatos, Veneráveis e Servos de Deus uma pequena amostra iconográfica deste grande santo, muito amado e venerado pela Igreja desde os primeiros séculos do Cristianismo. São pinturas em telas, fotos de estátuas, desenhos, "holy cards" (os clássicos "santinhos"), afrescos em paredes de igrejas e belos vitrais. Que tais imagens, que vocês poderão salvar em seus computadores, tablets ou smarthphones aumentem mais ainda a nossa piedade, gratidão e estima pelo glorioso diácono e mártir. 
 Que santo Estevão interceda por nossa querida Igreja, especialmente nestes tempos difíceis, nos quais a Barca de Pedro é tão terrivelmente assolada por escândalos, pela apostasia da fé, pela tibieza, secularismo, relativismo e pelo ataque de seus terríveis inimigos declarados e ocultos. 
    Santo Estêvão, rogai por nós! 









Ordenação diaconal de Santo Estevâo
feita pelos Santos Apóstolos. 









 


Sepultamento de Santo Estêvão. Os Santos Apóstolos choram sua morte.


























Julgamento de Santo Estêvão e êxtase do Santo durante o julgamento. 



Martírio de Santo Estêvão. Saulo participa como o "guardador" das vestes dos carrascos. 






























Detalhe iconográfico: a PEDRA por cima do livro, sinal de seu tipo de martírio.