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sexta-feira, 22 de maio de 2015

SANTA QUITÉRIA, Virgem e Mártir (comemorada hoje, dia 22 de maio).



A história nos ensina que Santa Quitéria foi a oitava das nove filhas do governador Lúcio Caio Atílio Severo e de Cálcia Lúcia Severo, famílias ilustres, porém idólatras. Nasceu no século V da era Cristã, na cidade de Braga, Portugal.
Cálcia Lúcia Severo, depois de ser estéril por muitos anos, concebeu e, por milagre da Divina Providência, deu a luz a nove meninas, que nasceram tão perfeitas como esposas que haviam de ser do Cordeiro Imaculado. Nesta época seu marido Lúcio Caio estava ausente, viajando pela península.
Cálcia dominada pela superstição e por se ver mãe de nove meninas, dadas à luz num só parto, decide afogar as nove meninas! Comunicando seu projeto a única pessoa que a havia assistido no parto, sua criada, Cita, e, depois de a obrigar a guardar o mais rigoroso segredo, ordena-lhe que primeiro divulgue a noticia de que ela tivera um parto infeliz e que as crianças vieram a morrer.
À noite, depois de a família ter se recolhido, Cálcia ordenou que Cita saísse e fosse mergulhar as nove meninas num dos poços do rio Este – subúrbio de Braga.
Cita era cristã, mas mantinha sua fé escondida por causa das perseguições. Saiu e foi direto à casa do Arcebispo de Braga, Santo Ovídio, o qual administrando o Sacramento do Batismo lhes pôs os seguintes nomes: BASÍLIA, EUFEMIA, GENEBRA, GERMANA, LIBERATA, MARCIANA, MARINHA, QUITÉRIA E VITÓRIA. Depois procurou famílias cristãs, nos arredores de Braga, para criarem e educarem as meninas.
Por essa época, levantou-se uma forte perseguição, pelos romanos, contra os cristãos. As nove irmãs acabaram por ser levadas à presença do Cônsul, que era o seu pai Lúcio Caio. Ai chegadas, revelaram ao espantado pai toda a verdade. A mãe confessou, o pai perdoou e recebeu-as nos seus domínios.
A partir daí, os pais tentaram por todos os meios, afastá-las da religião cristã. Sem sucesso, no entanto, pois as nove acabaram por fugir do palácio real. Apenas uma foi encontrada: Quitéria, e, de novo levada à presença de seu pai, que a partir daí se tornou mais tolerante a respeito das praticas religiosas de sua filha.
Nova fuga ocorreu quando Lúcio Caio quis obrigá-la a se casar com um jovem nobre por nome Germano. Fugiu para o Vale de Aufrázia, que desde sempre acompanhou a história do martírio de Sant Quitéria.
Na história da Igreja sempre houve homens e mulheres capazes de perder sua vida por uma causa justa e pelo Evangelho. A jovem Quitéria consagrou-se inteiramente a Deus e sua morte foi a coroação de sua fidelidade à Fé Cristã.
Não foi muito diferente, segundo a tradição, o destino das suas irmãs, também elas consideradas santas. Com efeito todas elas acabariam, igualmente, por morrer martirizadas. Um ano depois de Quitéria seria a vez de Genebra ser morta em Tuy, em Espanha. Não muito longe daí, em Orense, também Marinha seria degolada, aos 18 anos. A mesma idade com que foi morta, em Córdova, Vitória. Relativamente a Liberata e Germana desconhece-se a data e locais onde terão padecido o seu martírio. Já de Eufémia conta a lenda que, também ela, foi degolada na Serra do Gerês onde é, de resto, a padroeira da capela das termas aí existente. Basília terá sido martirizada perto do Porto, em Águas Santas. Quanto a Marciana, parece ter sido a que mais tempo sobreviveu, tendo sido morta aos 35 anos de idade em Toledo.
Quitéria foi martirizada no dia 22 de Maio do ano de 135. Estava então com apenas 15 anos de idade. Conta-se que os soldados que a prenderam ficaram cegos. Diz ainda a tradição que após ter a cabeça decepada, Quitéria tomou-a em suas mãos e caminhou até a cidade vizinha onde caiu e foi sepultada. Santa Quitéria é invocada contra angústia, depressão, mordida de cachorro, e raiva do gado. Sua imagem possui na palma que é símbolo do martírio. Suas vestes lembram a bandeira de Portugal, sua pátria, cujas cores são vermelho e verde.
No século VII o povo começou a lhe atribuir milagres e venerá-la com mártir, sendo seu nome bastante difundido, sobretudo na França, Espanha e Portugal. Chegou no Brasil trazida pelos colonizadores portugueses.
No Estado do Ceará existe um município que leva o nome da Santa e que, obviamente, a tem por sua padroeira. Fica a aproximadamente 220 Km da capital cearense, Fortaleza.
Santa Quitéria, rogai por nós! 



quarta-feira, 20 de maio de 2015

SANTO ARCÂNGELO TADINI, Presbítero e Pároco.




ARCANGELO TADINI, sacerdote do interior de Bréscia (Itália) que viveu de 1846 a 1912, é figura cristalina e fascinante. Homem de iniciativa, sacerdote autêntico, soube entrelaçar ousadia e fé, amor pelos homens e amor a Deus, austeridade e ternura.
Nasce em Verolanuova (BS) a 12 de outubro de 1846. Terminados os estudos primários na cidade natal, frequenta o ginásio em Lovere (BG).  Em 1864 entra no Seminário Diocesano de Brescia e em 1870 é ordenado sacerdote. De 1871 a 1873 é nomeado vigário paroquial em Lodrino (BS), pequeno vilarejo de montanha, e a partir de 1873 é capelão no Santuário de Santa Maria della Noce, periferia de Brescia.
Em 1885 inicia seu serviço em Botticino Sera (BS) como vigário; dois anos depois é nomeado pároco, aí permanecendo até 1912, ano de sua morte. No dia da posse afirma com força do púlpito: “Estarei com vocês, viverei com vocês, morrerei com vocês”.
Os anos vividos em Botticino são os mais fecundos da vida do Tadini. Ele ama os seus paroquianos como filhos e a eles se doa sem medida. Organiza o coral, a banda musical, várias Confrarias, a Terceira Ordem Franciscana, as Filhas de S. Ângela Merici; reforma a igreja, oferece a cada categoria de pessoas a catequese mais apropriada, cuida da liturgia. Põe especial atenção na celebração dos Sacramentos. Prepara as homilias levando em consideração tanto a Palavra de Deus e da Igreja como a caminhada espiritual do seu povo. Quando fala do púlpito, todos ficam encantados pelo calor e a força que suas palavras transmitem.
Sua atenção pastoral dirige-se sobretudo às novas pobrezas: para os trabalhadores dá início à Associação Operária de Mútuo Socorro e constrói uma fiação (fábrica têxtil) para dar trabalho às jovens da cidade que mais sofrem com a insegurança e a exploração.
Em 1900 o Tadini funda a Congregação das Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré: mulheres consagradas, mas “operárias com as operárias” que educam as jovens trabalhadoras não subindo em cátedra, mas trabalhando lado a lado com elas; não proferindo grandes discursos, mas dando o exemplo de ganhar o pão com o suor do próprio rosto. Escândalo para aquela época na qual as fábricas eram tidas por lugares perigosos e desviantes.
Padre Tadini oferece a suas Irmãs o exemplo de Jesus, Maria e José que na Casa de Nazaré, no silêncio e escondimento, trabalharam e viveram com humildade e simplicidade. Aponta o exemplo de Jesus que não só “sacrificou a si mesmo na cruz”, mas, durante trinta anos, em Nazaré, não se envergonhou de usar as ferramentas do carpinteiro e de “ter as mãos calejadas e o rosto lavado de suor”.
Santo Arcânelo Tadini, um homem
além de seu tempo, viu no trabalho do
homem e da mulher um meio eficaz
de santificar-se e de santificar os outros. 
Por este seu espírito empreendedor, Tadini ganha calúnias e incompreensões, também por parte da Igreja. Na realidade ele antecipa os tempos: intui que a Irmã, operária entre as operárias, indica uma compreensão mais positiva do mundo do trabalho, não mais visto como lugar contrário à Igreja, mas sim ambiente necessitado de fermento evangélico, um mundo a ser encontrado mais que contrastado.
Ele mesmo tem consciência de que a sua Obra nasceu antes do tempo, mas está firmemente convicto que não é obra dele mas de Deus: “Deus a quis, a orienta, a aperfeiçoa, a conduz a bom termo”. A morte o colhe quando o sonho de sua vida ainda não se completou, mas, como semente jogada na terra, no tempo certo produzirá frutos abundantes.
Os Paroquianos de Botticino intuem a santidade de seu pároco e logo aprendem a conhecer e a descobrir que, debaixo de sua discrição e austeridade, existe um coração de pai atento e sensível à vida do povo feita de sacrifícios e duro trabalho. Aos seus dotes naturais ele une grande capacidade de entrar na vida e no cotidiano das pessoas e em breve se fala dele come de um sacerdote santo, um homem extraordinário... Mais tarde se dirá dele: “É um de nós”!
Um de nós quando, cedo pela manhã, percorre as ruas da cidade e o seu passo ressoa como despertador a quem se prepara para iniciar um novo dia de trabalho. Todos sabem que aquele sacerdote, apaixonado por Deus e pela humanidade, levará na oração a vida e as fadigas do seu povo.
Um de nós quando recolhe as lágrimas das mães preocupadas com a precariedade do trabalho dos filhos; quando sonha, projeta e constrói a fiação para as jovens da cidade a fim de que possam redescobrir sua dignidade de mulheres.
Um de nós quando inventa a família das Irmãs Operárias, mulheres consagradas que, nos lugares de trabalho, sejam testemunhas de um Amor maior no simples cotidiano da vida.
Um de nós porque ainda nos sorri, nos acompanha no nosso dia a dia e com suas palavras nos convida a seguir seus passos: “A santidade que nos leva ao céu está em nossas mãos. Se queremos possuí-la, uma coisa apenas precisamos fazer: amar a Deus”.
Com a canonização o Papa Bento XVI o oferece como exemplo para os sacerdotes, o aponta como intercessor para as famílias, o entrega como protetor aos trabalhadores.


Santo Arcângelo Tadini, rogai por nós, trabalhadores e trabalhadoras, pais, mães e arrimos de família, que nos dedicamos ao trabalho e nele buscamos nosso sustento e a glória de Deus. Amém!

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Trecho da homilia do Santo Padre Bento XVI por ocasião da canonização de Arcangelo Tadini, presbítero e de outros santos:

Transcorria longas horas em oração diante da Eucaristia o Santo Arcangelo Tadini, o qual, tendo sempre como finalidade no seu ministério pastoral a pessoa humana na sua totalidade, ajudava os seus paroquianos a crescer humana e espiritualmente.
Este santo sacerdote, este santo pároco, homem totalmente de Deus, pronto em todas as circunstâncias a deixar-se guiar pelo Espírito Santo, estava ao mesmo tempo disponível para acolher as urgências do momento e para lhes encontrar a solução.
Por isso, assumiu muitas iniciativas concretas e corajosas, como a organização da "Sociedade Operária Católica de Mútuo Socorro", a construção da fiação e do internato para as operárias e a fundação, em 1900, da "Congregação das Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré", com a finalidade de evangelizar o mundo do trabalho através da partilha da fadiga, a exemplo da Sagrada Família de Nazaré.
Como foi profética a intuição carismática do Pe. Tadini e como permanece atual o seu exemplo também hoje, numa época de grave crise económica! Ele recorda-nos que só cultivando uma relação constante e profunda com o Senhor, especialmente no Sacramento da Eucaristia, podemos ser depois capazes de levar o fermento do Evangelho às várias actividades laborativas e em todos os âmbitos da nossa sociedade”.



terça-feira, 19 de maio de 2015

SANTA JOANA EMÍLIA DE VILLENEUVE, Virgem e Fundadora.


Joana Emília de Villeneuve era neta do Conde de Villeneuve e terceira dos quatro filhos do Marquês Luís de Villeneuve e de Rosália d’Avessens. Os primeiros anos de sua vida transcorreram no Castelo de Hauterive, na proximidade de Castres, onde sua mãe teve que retirar-se por causa de seu delicado estado de saúde.
Com a idade de 14 anos, Joana Emília perdeu sua mãe e três anos depois sua irmã Otavia. Estes fatos trágicos marcarão sua existência, bem como o contato que mantinha com o padre jesuíta Le Blanc, a quem transmite as preocupações sociais que sentia (entre as quais se destaca a miséria que via a seu redor, no contexto histórico dos primeiros albores da revolução industrial).
Após a morte de sua mãe, a vida da família de Joana Emília transcorre entre Hauterive e Toulouse, onde a avó assume a educação de seus netos. Aos 19 anos, ela muda definitivamente para Hauterive com sua família, onde administra com êxito a vida familiar, aliviando deste encargo seu pai, prefeito de Castres (1826-1830).
 Pouco depois, declara a seu pai sua vontade de entrar com as Filhas da Caridade. Ele não aceita seu pedido e lhe propõe um prazo de reflexão que durará quatro anos. No final desse prazo, e com a aprovação do Bispo, ela decide fundar, com duas companheiras, a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Castres (08 de dezembro de 1836), denominadas popularmente irmãs azuis por causa da cor do hábito.
Entre os princípios diretivos desta Congregação, se destacam dois: "Deus só" e "Servir aos pobres". A austeridade e a preocupação social pelos menos favorecidos da sociedade serão os eixos principais da ação social e religiosa desta Congregação.
A partir de um humilde local na região de Castres, ajuda as jovens da classe social menos favorecida, operários, presos e doentes. O número de Irmãs da Congregação aumenta, e seu horizonte se amplia da França ao Senegal, Gâmbia e Gabão, para onde vão as primeiras irmãs missionárias, ainda durante a vida de Emília de Villeneuve.
Em 1853, Emília de Villeneuve pede para ser substituída como dirigente da Congregação, conseguindo que esta tarefa seja confiada à Irmã Helena Delmas. Escreve, por isso, às suas irmãs missionárias "Após as eleições, tenho o consolo de poder dedicar-me mais ao aspecto espiritual da Congregação".
Em meados de 1854 uma epidemia de cólera e de febre assola o sul da França e seus efeitos atingem a cidade de Castres. Joana Emília de Villeneuve morre no dia 2 de outubro de 1854 como consequência desta epidemia, rodeada do afeto das Irmãs de sua Congregação.
     Atualmente esta Congregação conta com setecentas religiosas e implantação em 16 países, onde exerce uma atividade social que inclui cinquenta colégios com 35.000 alunos anualmente inscritos e várias casas de acolhida para crianças abandonadas. Também presta serviço em hospitais e a famílias desfavorecidas. Em Roma possui uma Casa de Hospedagem para acolhida de peregrinos.
Os primeiros trâmites processuais que levaram à beatificação de Joana Emília de Villeneuve se iniciaram em 1945. Após a promulgação oficial do Decreto Papal sobre a heroicidade de suas virtudes (outubro de 1991), ela foi considerada venerável e se deu continuidade ao processo de beatificação.


Milagres para a Beatificação e Canonização
Para sua beatificação foi aberto na Congregação para a Causa dos Santos o processo referente à cura de Binta Diaby, jovem de 19 anos, que após tentativa de suicido com ingestão de soda cáustica, foi levada a Barcelona, internada e operada com urgência. Entrou em coma e seu caso foi considerado, sob o ponto de vista clínico, em fase terminal. As irmãs e noviças da Congregação de Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Castres, informadas por membros do hospital sobre a situação em que se encontrava Binta Diaby, fizeram uma novena a Joana Emília de Villeneuve pedindo sua cura, colocando uma relíquia na mão da doente. Ela foi curada inesperada e rapidamente e, atualmente, vive e trabalha em Barcelona.
Entre 16 de maio e 29 de outubro de 2003 foi realizado o processo diocesano pelo Arcebispado de Barcelona sobre a cura de Binta Diaby, presumidamente milagrosa. No dia 4 de fevereiro de 2005 foi reconhecido pela Congregação para a Causa dos Santos o processo apresentado pelo Tribunal de Barcelona. No dia 16 de fevereiro de 2006, a Consulta Médica do Discatério reconheceu que a cura dos males provocados pela ingestão de soda cáustica, com as consequências pós-operatórias, foi rápida, completa e permanente, e inexplicável à luz dos conhecimentos atuais da Medicina.
O processo culminou no dia 5 de julho de 2009, quando Joana Emília de Villeneuve foi beatificada em Castres (França), numa cerimônia oficiada pelo Arcebispo D. Ângelo Amato.
O segundo para a canonização (abaixo, coloco o vídeo sobre esse fato, feito pela Rede Vida de televisão) aconteceu em Petrolina, Pernambuco, com a cura milagrosa da garota Emilly, vítima de violenta descarga elétrica que a deixou em estado vegetativo, queimada e desfigurada por 16 dias no hospital de Petrolina. Devido às sequelas graves, não havia a menor esperança humana de sua recuperação. Porém, as “irmãs azuis” colocaram uma relíquia da então Beata debaixo do travesseiro do leito de Emilly e, após orações pedindo pela cura da menina, a mesma restabeleceu-se instantânea e completamente, causando grande admiração e emoção à equipe médica que cuidava da paciente.

Aprovado este milagre pela Sagrada Congregação para a Causa dos Santos, foi marcada a sua canonização. Anteontem (dia 17 de maio de 2015) o Papa Francisco solenemente a canonizou na Praça de São Pedro. 




domingo, 17 de maio de 2015

SANTA MARIA DE JESUS CRUCIFICADO, Virgem Carmelita Descalça, grande devota do Espírito Santo de Deus.


     Já publiquei neste blog a vida extraordinária de Santa Maria de Jesus Crucificado, virgem da Ordem Carmelita Descalça. O que trago agora aos leitores, são frases sobre a importância da devoção ao Espírito Santo de Deus que foram ditas por nosso Senhor Jesus à Santa em visões que a mesma teve do Santíssimo Salvador. 
     Que possamos redobrar o amor e a devoção ao Espírito Santo, Alma da Igreja, nossa Vida, nosso Amor, o divino Paráclito, nosso Defensor e Advogado, Companheiro de caminhada e Doce Hóspede de nossas almas. 
   Em sua simplicidade e humildade, a nova Santa (ela foi canonizada hoje, dia 17 de maio de 2015), devido aos dons extraordinários de profecia, de sabedoria, entendimento e ciência, dos quais foi particularmente agraciada pelo Senhor, foi chamada de "microfone do Espírito Santo". Vejamos as frases:

        “O mundo e as Congregações religiosas procuram novas devoções e desprezam a verdadeira veneração do Consolador”.

“Por isso tanto erro, tantas discórdias e tão pouca luz e paz. Todo aquele que no mundo ou no claustro invoca o espírito Santo e o venera não morrerá no erro."

“Cada sacerdote que prega esta devoção por Ele será iluminado”.

“Quem invoca o Espírito Santo, me procura e achará”;

“A sua consciência torna-se tão terna como a flor do campo”.

“Se for um pai ou uma mãe nas famílias e seu coração ficará em paz neste mundo e no outro. Não morrerá nas trevas, mas na paz”.

“Instantaneamente eu desejo que cada sacerdote em todo mundo diga mensalmente uma Missa em honra do Divino Espírito Santo”.

“Quem a disser ou a ouvir será honrado pelo Espírito Santo e receberá d’uma maneira especial luzes e graças”.

“Ele curará os enfermos, e suscitará os que dormem”.

“Num belo dia de maio tive inspiração de escrever a seguinte oraçãozinha que todos deviam decorar:

“Oh! Meu Divino Espírito Santo me anime! Amor Divino me consuma! Conduzi-me ao caminho da verdade Maria, minha mãe, olhai-me! Com vosso Jesus abençoai-me! De todo engano o perigo guardai-me de qualquer mal, preservai-me! Amém".